Tomografia Computadorizada do Coração: um dos procedimentos diagnósticos mais modernos

imagemO principal motivo que faz os índices de doenças do coração aumentarem, além da genética, são os hábitos de vida nada saudáveis de jovens, adultos e idosos no Brasil. Por isso, os hospitais estão cada vez mais repletos de pacientes com diversos problemas cardiovasculares, como infarto, obstrução das artérias coronárias, acidente vascular cerebral, insuficiência cardíaca e, o mais comum, hipertensão arterial.
Um dos procedimentos diagnósticos mais modernos e utilizados pelos pacientes atualmente é a tomografia do coração (TC).
A TC é realizada, principalmente, para a detecção de calcificação coronária, mas também é indicada para pacientes de risco intermediário, ou seja, aqueles que têm apenas um fator de risco, além da idade, como hipertensão arterial, tabagismo, colesterol alto ou obesidade central.
“A tomografia de coração requer o uso de contraste, que é utilizado para desenhar as artérias e os outros vasos do coração detectando anormalidades, como obstruções e outras anomalias”, explica o radiologista da Alliar Medicina Diagnóstica, Dr. Mauro Terra Branco.
O exame é realizado em um tomógrafo computadorizado de alta velocidade, que permite a análise do coração em poucos segundos, como explica o Dr. Mauro: “Isso torna possível a visualização do coração entre um batimento e outro, por meio de várias imagens diferentes que permitem o diagnóstico de patologias das coronárias.
Segundo a resolução normativa de 1 de agosto de 2011, os convênios médicos são obrigados a cobrir a realização da tomografia computadorizada do coração, apenas em aparelhos multislice com 64 colunas de detectores ou mais, nas seguintes situações:
– Quando o paciente estiver com sintomas e tiver probabilidade intermediária de doença aterosclerótica coronariana antes do teste;
– Quando o paciente tiver probabilidade intermediária da doença;
– Em pacientes com suspeita de coronárias anômalas.
A cobertura obrigatória não é indicada:
– Como método de screening em pacientes que não têm sintomas;
– Em pacientes com sintomas e alta probabilidade de doença arterosclerótica coronariana antes do teste;
– Em pacientes com sintomas e baixa probabilidade de doença arterosclerótica coronariana antes do teste.

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