Economia de energia: Lâmpadas incandescentes estão com os dias contados

arq_856_147242Primeiro foram as de 100W e 150W. Agora são as de 60W e, não demora (2015), as de 25W e 40W também não estarão mais por aqui para contar a história iniciada em 1879 pelo inventor Thomas Edison. Gradativamente, uma a uma, as lâmpadas incandescentes estão deixando o mercado brasileiro – a exemplo de outros países –, sendo substituídas pelas compactas fluorescentes e, mais recentemente, pelas lâmpadas de LED.
Seguindo o cronograma determinado pela Portaria Interministerial 1007, publicada em 2010, a partir de 1º de julho, as tradicionais lâmpadas incandescentes de 60W deixam de ser produzidas e importadas. Mas vale ressaltar que aquelas que ainda estiverem disponíveis em estoque poderão ser comercializadas ao consumidor até junho de 2015.
“Eficiência energética e sustentabilidade aliadas ao conforto visual: é esta a realidade atual. E uma lâmpada que consome 95% de energia e gera apenas 5% de luz, caso da incandescente, não se sustenta mais diante de tal apelo”, pondera Gilberto Grosso, CEO da Avant, empresa fabricante de lâmpadas há 15 anos instalada no Brasil, e complementa: “Ainda mais quando temos disponíveis lâmpadas compactas fluorescentes que gastam apenas 15% de energia e produzem 85% de luz, e as de LED com índices de 10% e de 90%, respectivamente. É, de fato, um milagre para a sustentabilidade”.
Há quem possa se sentir saudoso sem o conforto da luz amarelada reproduzida pela lâmpada incandescente. No entanto, em tempos de eficiência energética – especialmente quando os níveis dos reservatórios de água encontram-se em estado de alerta pela falta de chuvas –, a determinação vem, mesmo, em boa hora.

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